58ª Semana Mineira de Folclore celebra a cultura popular em Belo Horizonte
De 18 a 21 de agosto, Belo Horizonte recebe a 58ª Semana Mineira de Folclore, evento que reúne pesquisadores, mestres da cultura popular, artistas e instituições para celebrar e refletir sobre as tradições e expressões culturais de Minas Gerais. A programação acontece no Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG) e em espaços parceiros, com entrada gratuita.
A solenidade de abertura será na segunda-feira (18), às 19h20, com apresentação da programação oficial, assinatura de termo de cooperação entre o Iepha-MG e a Comissão Mineira de Folclore, entrega das Coroas do Rosário de Vespasiano ao Iepha e o lançamento do Boletim Informativo CARRANCA. A noite se encerra com a apresentação do Grupo Aruanda.
Nos dias seguintes, o público poderá participar de painéis de pesquisa, lançamentos de livros, homenagens e apresentações artísticas. Entre os destaques estão:
-
19/08 (terça) – Painel “Jornada do Folclore: cultura popular, patrimônio e sentido de pertencer” com a Profª Kerley dos Santos Alves e “Coexistências festivas e Festival de Folclore de Jequitibá/MG” com Ana Luiza Cecílio. A noite inclui homenagem ao Mestre Antonio Paiva Moura e show de Carlos Farias.
-
20/08 (quarta) – Lançamento e apresentação de publicações como O livro do Congadeiro – Os filhos de Chico Rei (Andréia Patrícia), Festejos Tradicionais Mineiros (Deolinda Alice dos Santos) e obras de Daniel de Lima Magalhães. Painéis sobre viola e folias de Minas, bate-papo com autores Mauro Werkema e Tadeu Martins, além do show de Rubinho do Vale.
-
21/08 (quinta) – Painéis sobre o Rosário, Santos Reis e a memória dos acervos da Comissão Mineira de Folclore. Destaque para o debate “Reflexões sobre Modernidade, Inteligência Artificial e Tradição Cultural”, com o lançamento do livro Inteligência Artificial na Saúde Mental do Idoso (Vincius Cabral) e convidados. Encerramento com o Grupo Batuque Latino.
A Semana Mineira de Folclore é um espaço de valorização, preservação e difusão do patrimônio imaterial mineiro, reunindo saberes tradicionais e debates contemporâneos.
Serviço:
18 a 21 de agosto de 2025
Iepha-MG – Belo Horizonte/MG
Entrada gratuita
Programação completa disponível nos canais oficiais da Comissão Mineira de Folclore e do Iepha-MG.
Promoção: Comissão Mineira de Folclore. Parceria: Iepha-MG
Realizado com recursos: PNAB / SECULT MG
PROJETO – ID: 12805 – 58º SEMANA MINEIRA DE FOLCLORE
EDITAL 11/2024 -POLÍTICA NACIONAL ALDIR BLANC – PROPOSTA DE MOSTRAS E FESTIVAIS
Mostra CineCidade chega à terceira edição
3ª edição da Mostra CineCidade valoriza filmes de produtores mineiras Festival itinerante passa pelas praças de Ipatinga e no Parque Ipanema em agosto, com exibição de filmes nacionais e atrações culturais para crianças e adultos
A Mostra CineCidade estreia sua terceira edição em Ipatinga, de 1º a 15 de agosto. Com programação aberta para toda comunidade, o festival de cinema proporciona uma experiência de cinema ao ar livre, com direito a pipoca grátis, além de atrações culturais gratuitas, para crianças e adultos. O projeto é realizado com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Usiminas; e Lei Paulo Gustavo operacionalizado pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado da Cultura e Turismo; com a realização da Aventura em parceria com o Instituto Imersão Latina.
A programação já está disponível no site e no perfil do Instagram @mostracinecidade e no site mostracinecidade.com.br. De Minas Gerais para as telas de cinema do mundo inteiro e, agora, para a da Mostra CineCidade, longas-metragens produzidos por produtoras mineiras, com relevância no cenário do audiovisual brasileiro, terão destaque nesta edição do festival. “A CineCidade segue com a missão de valorizar a produção nacional, especialmente feitos em Minas, como fomento para incentivar a comunidade a ter o hábito de consumir o cinema que retrata nossa realidade, nosso povo, sobre a nossa cultura”, enfatiza Anaís Della Croce e Gabriel Murilo, diretores da Aventura.
Circulação A Mostra CineCidade começa pela Praça Bom Retiro Leste, nos dias 1º e 2/8. Com uma programação direcionada para público jovem e adulto, o “Sextou Cine na Praça”, será na próxima sexta (1º/8), às 19h, com a
exibição dos filmes “Só mais um dia” (do Coletivo Pisquinhos) e “O dia que te conheci” (direção de André Novais Oliveira). No sábado (2/8), às 16h30, a “Sessão Família Pipoca” traz filmes infantis do Pé de Sonho “Medo de quê?”, “Robo” e “Dragão”, encerrando com o longa “Perlimps” (direção de Alê Abreu). No fim de semana seguinte, o festival de cinema chega ao bairro Novo Cruzeiro, com o “Sextou Cine na Praça”, na sexta (8/8), às 19h. A tela começa a brilhar com o curta “Tempo” (Vitor Siqueira com orientação de Mariana Andrade e Clarissa Campolina), e termina com o longa premiado “O Lodo” (direção de Helvécio Ratton). No sábado, a criançada se diverte na “Sessão Família Pipoca”, com o filme “A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina” (direção de Tiago Ribeiro) e “Teca e Tuti: Uma noite na biblioteca” (direção Tiago M. A. Lima, Eduardo Perdido, Diego M. Doimo).
Principal cartão postal de Ipatinga, o Parque Ipanema recebe a Mostra CineCidade na última parada desta edição, nos dias 14 e 15/8. Na quinta (14/8), às 19h, o festival começa com os curtas “Hoje eu não quero voltar sozinho” (direção de Daniel Ribeiro) e “Caminho dos Gigantes” (direção de Alois Di Leo). A sessão noturna do Parque Ipanema tem também o longa “No coração do mundo” (direção de Maurílio Martins, Gabriel Martins) e o show da Banda Jazz Fusion. No feriado do dia 15/8 (sexta), a CineCidade movimenta o Parque Ipanema a partir das 15h, com a chegada do cortejo Baque Mulher, seguido dos shows dos DJs Illanes e Myha. A diversão para as crianças e suas famílias continua com o espetáculo “Música para brincar”, de O Quintal da Guegué. A
A sessão noturna de cinema será às 18h, com a exibição de “Canguruzinho” (direção de Giuliana Danza e Pedro Hamdan) e “Ainbo” (direção de José Zelada e Richard Claus), terminando com show do duo ipatinguense Jazz Fusion. SERVIÇO Mostra CineCidade – Ipatinga 1 a 15 de agosto – Entrada franca 1º/8, às 19h, e 2/8, às 17h – Praça Bom Retiro Leste 8/8, às 19h, e 9/8, 17h – Gramado Novo Cruzeiro 14/8, às 19h, e 15/8, às 15h – Parque Ipanema A programação já está disponível no site e no perfil do Instagram @mostracinecidade e no site mostracinecidade.com.br.
22ª Edição do Rato and Roll Favela festival é neste sábado no bairro São Tomás

O Maior Festival de Rock Independente da Periferia de Belo Horizonte será no dia 19 de julho de 2025 no bairro São Tomás
A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, apresenta Rato and Roll Favela Festival 22ª Edição, que será no dia 19 de julho de 2025, a partir das 12 horas, na Vila São Tomás. Desde 2010 realizado de forma independente, desta vez por meio do EDITAL LMIC 2024, MULTILINGUAGENS, FUNDO MUNICIPAL DE CULTURA.Os organizadores contam com apoio para trazer bandas que têm se destacado no cenário de Belo Horizonte.O Rato and Roll Favela Festival traz o melhor do Rock and Roll & Blues com cinco bandas de diferentes vertentes do rock, do blues, soul, jazz, progressivo, metal, stoner e hard rock: Lorena Divas do Rock, Sin after sin, Voodoo Experience, Toca Raul e Witchhammer.
O evento leva arte e cultura para a comunidade da Vila São Tomás, Zona Norte de Belo Horizonte, que carece de áreas de lazer e de um centro cultural próximo. Os shows também serão transmitidos pelo youtube e através do Canal SLCP. O Festival, idealizado por Elmo Sebastião, O Maior Anão do Mundo, ao longo da sua existência, foi um recorte do melhor da cena musical alternativa belo-horizontina, realizado em local público, de fácil acesso às pessoas com limitações aparentes ou não aparentes, (Rua São Luis, entre Rua Maria Cândida e Rua Barão de Coromandel, no Bairro São Tomás, Regional Norte de Belo Horizonte), com apresentação de bandas ao vivo e média de público de dois mil espectadores.
Com a finalidade de promover o acesso, a fruição e a formação de público em Belo Horizonte, mais do que apresentações musicais, o festival incentiva as trocas de saberes entre os integrantes das bandas e o público, composto também de artistas, onde haverá a exposição de artes plásticas com artistas locais previamente selecionados; a exposição fotográfica com imagens captadas nas edições anteriores da festividade que todo ano celebra o dia mundial do Rock and Roll em julho. A importância do projeto Rato and Roll Favela Festival – 22ª edição – é proporcionar a continuidade das ações que visam formar público e fomentar a produção artística autoral e independente da cena musical mineira. A busca é pela visibilidade ampliada tanto para as bandas quanto à produção do próprio festival, tendo como meta a consolidação do evento como uma alternativa da cadeia produtiva musical, acessível, democrática e solidária. A motivação para a existência do festival deriva de uma análise crítica sobre a distribuição desigual de bens e serviços culturais na cidade.
A constatação de um vácuo na cena musical belo-horizontina, especialmente para o público jovem da periferia, impulsionou a concepção do Rato and Roll Favela Festival como parte integrante da política pública cultural da cidade. Este evento busca suprir a falta de propostas culturais de qualidade para o jovem dessa região, muitas vezes obrigado a buscar cultura em locais distantes. O festival tem um importante papel na promoção da cultura local e na democratização do acesso à arte e à música. Ao ser realizado na periferia, contribui para a descentralização e democratização cultural, proporcionando acesso, fruição e formação de público em um ambiente que historicamente tem sido marginalizado no âmbito cultural. A 22ª edição do Rato and Roll Favela Festival, baseia-se na experiência acumulada ao longo das edições anteriores e em outros trabalhos de promoção de culturas alternativas.
A intenção é aplicar esse conhecimento prático na produção de um evento multicultural que contribua para a descentralização e democratização do acesso à cultura dentro do espaço urbano. Além da valorização da produção artística local, o festival tem atividades paralelas, como exposição fotográfica com fotografias das edições anteriores do festival, resgatando esta memória cultural do Rato and Roll.
Sobre a Vila São Tomás
Localizada na Regional Norte de Belo Horizonte, na bacia do Córrego Pampulha, que deságua no Ribeirão do Onça, ao Leste da Represa e ao Norte do Aeroporto da Pampulha. Os bairros vizinhos da Vila, são: Itapoã, São Vicente, Vila Aeroporto, São Bernardo e Planalto. A Vila Aeroporto comunica-se com a Vila São Tomás através de pontes. Os primeiros moradores da comunidade se instalaram na área em meados da década de 1950, mas a vila se desenvolveu principalmente na década de 60. Os moradores vieram de outras localidades da cidade, ou de cidades do interior do estado, principalmente Vale do Jequitinhonha, Vale do Aço, Vale do Rio Doce e Norte de Minas. Os moradores mais antigos contam que na época a região era “mato puro”, com poucas casas de sapé, e que as pessoas pegavam água na “Matinha”, hoje Lagoa do Nado. Muitos deles furavam cisternas, como contou Dona Eva Alves, moradora da comunidade há 46 anos e que conserva até hoje a cisterna no seu quintal. Os moradores buscavam lenha para cozinhar nas matas dos arredores e lavavam as roupas no Córrego Pampulha, pois na época a água era limpa e permitia até a pesca. Na década de 1960, as famílias ocupantes enfrentaram ameaças de expulsão, em decorrência de ação judicial impetrada pelos proprietários, reivindicando a reintegração de posse dos terrenos. Há inclusive registro do uso de força policial, que resultou na retirada de algumas famílias. Fonte: https://www.favelaeissoai.com.br
Bandas Integrantes do Rato and Roll Favela Festival – 22ª Edição
Lorena e as Divas do Rock
Integrantes: Lorena: voz e baixo Cris Nominato: guitarra Letícia Damaris: guitarra e backing vocal Lu Corrêa: bateria e backing vocal
Sin After SinFormada por músicos experientes e apaixonados pelo gênero, “Sin After Sin” procura se destacar na cena local com sua energia inabalável e performances eletrizantes. Inspirados pelas lendas do thrash Metal e pela atmosfera única de Belo Horizonte, o grupo vem aos poucos construindo uma identidade sonora própria e sempre procurando aliar peso e agressividade às composições, com músicas que abordam temas que vão desde lutas internas até críticas sociais.
Integrantes: Elvis Dias – vocal Elimar ‘Trolha’ Rezende – guitarra Pablo Henrick – contra-baixo Carlos Coelho – bateria
Voodoo Experience
Tributo a Jimi Hendrix Um quarteto de músicos experientes que agrupam toda energia sonora de seus instrumentos para reproduzir versões eletrizantes de canções do mestre da guitarra Jimi Hendrix. Um tributo não somente à Hendrix, mas uma celebração do bom e velho Rock and Roll.
Integrantes: Rodrigo Silva – Vocal Ed Bonfim – Guitarra/Vocal Fred Stefani – Baixo/Vocal Jampa Silva – Bateria
Toca Raul
A banda faz um show eletrizante passando por diversas fases do Maluco Beleza, Raul Seixas, do lado A ao Z. Com uma pegada visceral, os músicos interpretam os clássicos inesquecíveis de Dom Raulzito.Integrantes: Saulo Fergo – voz,guitarra e violão; Alexandre da Mata – voz e guitarra; Cinara Mota – baixo; Bruno Aguiar – bateria.OBS: No Rato’n'roll, por motivo de compromisso anteriormente firmado pelos músicos Alexandre da Mata e Cinara Mota, os mesmos serão substituídos por: Léo Quintão – baixo; Charles Rocha- Guitarra e voz.
Witchhammer
Tudo começou em Belo Horizonte, no ano de 1986, quando os quatro amigos Casito, Paulinho, Leandro e Teddy resolveram unir esforços e formar o Witchhammer. Todos tinham em comum o gosto pela música pesada e agressiva, que começava a se consolidar em Minas Gerais. O Witchhammer tem orgulho de fazer parte da cena da música pesada independente mineira, os “caminhos do underground”, buscando sempre soluções mais sustentáveis para sua sobrevivência, criando redes e eliminando a dependência de diferentes indústrias para terceirizarem parte de seu trabalho.
Integrantes: Casito Luz (baixo e vocal Paulo Caetano (guitarra e vocal) Guilherme Amaral (guitarra) Larissa Alencar (Vocal) Alysson Avelar (bateria)
Instagram: @ratoandroll
Assessoria de Comunicação: Brenda Marques Pena / Instituto Imersão Latina
A conselheira do Imel Ana Fleck é a nova presidente do Comitê de Participação Social, Diversidade e Inclusão da EBC
Os dois comitês que compõem o Sistema Nacional de Participação Social na Comunicação Pública (SINPAS) escolheram seus presidentes esta semana. Tanto o Comitê Editorial e de Programação (COMEP) quanto o Comitê de Participação Social, Diversidade e Inclusão (CPADI) realizaram reuniões virtuais em que foram escolhidos os membros que assumirão a presidência durante o período de um ano.
No CPADI, foi escolhida Ana Fleck, do Instituto Imersão Latina (Imel). No COMEP, a presidência será de Pedro Rafael Vilela, que representa o Fórum Nacional de Democratização da Comunicação (FNDC). Além da definição das presidências, as duas reuniões extraordinárias dos dias 8 e 9 de julho também deram posse aos membros titulares e suplentes.
“Chegamos até aqui como resultado de um movimento de resistência que sempre acreditou no papel da comunicação pública para a democracia e na importância da participação social para sua viabilização. Agora precisamos construir os alicerces do comitê e consolidar o Sistema Nacional de Participação Social na Comunicação Pública (SINPAS)”, afirma Ana Fleck, que anteriormente presidiu o então Conselho Curador da EBC – Empresa Brasileira de Comunicação.
“A instalação efetiva dos comitês abre um novo capítulo histórico na comunicação pública brasileira. Esses fóruns de participação social serão ponte fundamental do acompanhamento, pela sociedade, da programação das emissoras públicas, para que elas cumpram a missão de oferecer informação gratuita, confiável e de qualidade à população. Na era da desinformação, o direito à comunicação nunca foi tão essencial”, avalia Pedro Rafael.
“Já são quase nove anos do rompimento da participação social aqui na EBC. Agora, após grande mobilização da sociedade civil, retomamos esses fóruns de discussão que são uma premissa da comunicação pública”, afirma o diretor-presidente da EBC, Jean Lima. “Temos uma grande diversidade de pessoas e representações, inclusive territorial. Acho que esse foi um grande avanço que fizemos no processo de participação social aqui na EBC”.
Participação Social na EBC
A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) estava há nove anos sem instâncias de participação social. No dia 11 de junho, os comitês foram instaurados representando um marco histórico para a EBC. O antigo Conselho Curador que contava com representantes do governo e da sociedade civil foi extinto em 2016.
A instalação dos comitês do SINPAS ocorreu após o presidente em exercício Geraldo Alckmin publicar, no dia 5 de junho, um decreto designando membros para o COMEP. Os representantes do CPADI foram nomeados em 2024, com a Portaria-Presidente nº 634/2024.
Os membros dos dois comitês foram eleitos em processo eleitoral ocorrido no ano passado e aberto para toda a sociedade civil. Agora, a previsão é que as reuniões aconteçam mensalmente, no caso do COMEP, e trimestralmente no caso da CPADI.
O COMEP tem como objetivo promover a participação da sociedade civil no acompanhamento da aplicação dos princípios do sistema público de radiodifusão, observando a pluralidade da sociedade brasileira.
Já o CPADI é responsável por acompanhar as diretrizes da programação veiculada pelas emissoras de comunicação pública operadas pela EBC, com foco na promoção da participação social, diversidade social, cultural, regional e étnica. Além disso, o comitê visa assegurar a pluralidade de ideias na abordagem dos fatos, estimulando a produção regional e independente, e promovendo conteúdos educativos, artísticos, culturais, científicos e informativos.
Os comitês contam com representantes de emissoras públicas de rádio e televisão; do setor audiovisual independente; dos veículos legislativos de comunicação; da comunidade científica e tecnológica; de entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes; de entidades da sociedade civil de defesa do direito à comunicação; dos cursos superiores de educação; de organizações gerais da sociedade civil; de emissoras públicas integrantes da RNCP; e dos empregados da EBC. Clique para conhecer todos os membros do COMEP e do CPADI.
Além do CO MEP e CPADI, integram o SINPAS a Ouvidoria e a Assessoria Especial de Participação Social da EBC.
Fonte: https://www.ebc.com.br/
Banda Maria Pretinha divulga agenda de shows de junho com muito samba rock e brasilidade
A banda mineira Maria Pretinha, referência na cena musical de Belo Horizonte, leva aos palcos uma mistura vibrante de brasilidades, samba rock, pop, rock e MPB. Com um repertório que transita entre ritmos dançantes e músicas que celebram a cultura popular brasileira, o grupo promete animar o público em três grandes eventos no mês de junho, todos com o patrocínio da CEMIG.
No dia 1º de junho, a banda se apresenta no CRCP da Lagoa do Nado, dentro da programação do Dia Mundial do Meio Ambiente, reforçando seu compromisso com a cultura e a conscientização ambiental, através da música e da celebração coletiva.
No dia 14 de junho, é a vez de esquentar o clima da tradicional 22ª Festa Junina do Forró da Solidariedade, no Clube CELP, uma noite que une cultura, solidariedade, gastronomia típica e muita música.
Encerrando o mês, no dia 22 de junho, a banda sobe ao palco da Casa de Show Saruê, prometendo uma noite de muita energia, samba rock e brasilidades, em mais uma apresentação que conta com o apoio da CEMIG.
A Maria Pretinha segue reafirmando seu compromisso com a música, a diversidade e a promoção de encontros que transformam e celebram a cultura brasileira.
Formação:
Lylah: vocalista
Cinara Motta: Baixista
Cinthia Motta: guitarrista.
Fu Ribeiro: percussionista
João: baterista
DATAS
01/06/2025 — Dia Mundial do Meio Ambiente
Local: CRCP Lagoa do Nado
Horário: 13h
Patrocínio: CEMIG
14/06/2025 — 22ª Festa Junina do Forró da Solidariedade
Local: Clube CELP
Evento beneficente com renda destinada a ações sociais
Patrocínio: CEMIG
22/06/2025 — Show na Casa de Show Saruê
Local: Casa de Show Saruê
Patrocínio: CEMIG
Versão Resumida / Redes Sociais
Vem aí a Banda Maria Pretinha em junho!
Prepare-se para muita música, brasilidades, samba rock, pop, rock e MPB, com aquele astral que só a Maria Pretinha tem!
Confira a agenda:
01/06 – CRCP Lagoa do Nado (Dia Mundial do Meio Ambiente)
Patrocínio: CEMIG
14/06 – Clube CELP (22ª Festa Junina do Forró da Solidariedade)
Evento beneficente
22/06 – Casa de Show Saruê
Patrocínio: CEMIG
Traga sua energia, seu samba no pé e venha celebrar com a gente!
Siga Maria Pretinha nas redes sociais:
Redes Sociais:
Instagram: @mariapretinha.oficial / @horizonteinfoco
Facebook: facebook.com/
Assessoria de Imprensa:
Brenda Marques Pena / Instituto Imersão Latina
Ministério da Cultura do Brasil divulga nota de pesar pela morte do ex-presidente do Uruguai Pepe Mujica

Mujica dedicou a vida à construção de uma sociedade mais humana e solidária
O Ministério da Cultura manifesta profundo pesar pelo falecimento de José “Pepe” Mujica, ex-presidente do Uruguai, aos 89 anos. Referência mundial em ética na política, simplicidade e compromisso social, Mujica deixa um legado que atravessa fronteiras e inspira gerações em toda a América Latina.
Mujica iniciou sua trajetória política ainda jovem e, ao longo da vida, ocupou diversos cargos públicos. Foi deputado, senador, ministro da Agricultura, Pecuária e Pesca, e presidiu o Uruguai entre 2010 e 2015. Tornou-se conhecido por seu estilo de vida austero ao doar grande parte de seu salário a causas sociais. Essa postura fez dele um símbolo de integridade e de conexão profunda com o povo.
Conforme nota oficial divulgada no site do Itamaraty, Mujica foi grande amigo do Brasil e defensor incansável da integração latino-americana e da cooperação entre os povos, tendo papel de destaque na consolidação de espaços como o Mercosul, a Unasul e a Celac.
No dia 5 de dezembro de 2024, durante viagem oficial a Montevidéu, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva homenageou José “Pepe” Mujica com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul — a mais elevada distinção concedida pelo Brasil a personalidades estrangeiras. Na cerimônia, Lula destacou a admiração que nutre pelo ex-presidente uruguaio, a quem descreveu como “a pessoa mais extraordinária” entre os líderes com quem teve a oportunidade de conviver ao longo de sua trajetória política.
O Ministério da Cultura se une ao povo uruguaio, à família e aos admiradores de Pepe Mujica neste momento de dor em solidariedade.
Exposição de Arte Postal terá abertura hoje na Casa de Jornalista durante o 7º Beagá Psiu Poético
Psiu Poético Beagá 2025, Instituto Imersão Latina – IMEL e The Virtual Museum of Visual Poetry, apresentam a exposição internacional, coletiva e itinerante de Arte Postal Retrato de Artista Quando Hoje, no espaço expositivo da Casa de Jornalista / Sindicato de@s Jornalistas de Beagá. A mostra foi apresentada inicialmente no espaço cultural Influjo, em Mérida no México, passou por Montes Claros (MG) no Centro Cultural Hermes de Paula e agora chega à capital mineira.
A EXPOSIÇÃO
A exposição é composta por cerca de 60 peças em formato de Cartão postal, criadas por artistas de mais de 20 países, com interpretações livres do tema universal dos autorretratos. A curadoria é assinada pelo curador brasileiro Tchello d’Barros. Segundo o curador, a exposição “é uma ação que visa reunir criações artísticas e imagens de diversas origens do nosso planeta, convergindo com o tema das representações de si mesmo, nesse tempo de resistência cultural, baseado no sistema contra-hegemônico da Arte Postal”.
Artistas Participantes
ARGENTINA: ALEJANDRO THORNTON - AMELIA VILCHES - FERNANDA DE BROUSSAIS – LUIS CARLOS JUAREZ – MARÍA ANGÉLICA CARTER MORALES – RAQUEL GOCIOL – VIVIANA ANDRADA | AUSTRALIA: DENIS SMITH | AUSTRIA: PIROSKA HORVÁTH | BELGIUM: LUC FIERENS | BRASIL: ALEX FRECHETTE – DENISE MORAES – GRINGO CARIOCA – HUGO PONTES – IRACEIA DE OLIVEIRA – JOAQUIM BRANCO – MÁRCIA C. CAVALCANTI – TCHELLO D’BARROS – TEREZA YAMASHITA – VILMA LIMA | CHILE: EMILIO LÓPEZ GELCICH | DENMARK: VICTOR VALQUI VIDAL | ESPAÑA: LUIS MARIA LABRADOR – SABELA BAÑA | GERMANY: SUSANNE SCHUMACHER - TOM RIEBE | HUNGARY: JOZSÉF BIRÓ | FINLAND: ANJA MATTILA-TOLVANEN – HENRY GRAHN HERMUNEN | FRANCE: MICHEL DELLAVEDOVA | IRAN: ELHAM HAMEDI | ITALIA: ANGELA CAPORASO – CINZIA FARINA – DANIELA EVANGELISTI – ENZO PATTI – FRANCO PANELLA – GIANGRAZIO VERNA – GRAZIANA GIUNTA – LARA FAVARO – MARGHERITA FERGNACHINO – MAYA LOPEZ MURO – ORONZO LIUZZI – PAOLA BALDASSINI – SERSE LUIGETTI | LATVIA: EMILIA LOSEVA | MÉXICO: SONIA CABAÑAS | ROMANIA: DANA CATONA | RUSSIA: ALEXANDER LIMAREV – DIANA KROSHILOVA – IRINA NOVIKOVA | SANTO DOMINGO: LUIZ MUNOZ | USA: ANIKA GUPTA - JOHN M. BENNET – KAREN “MISSKITTY” MILLER - MAHIMA GUPTA - MICHAEL ANGELO MAYO – REID WOOD – ROSALIE GANCIE | SWITZERLAND: BRUNO SCHLATTER | TAIWAN: EMILY SHIH | TÜRKIYE: TUĞÇE ALBAYRAK | VENEZUELA: CHUCHO MORALES – _GUROGA
Texto Curatorial:
AS MUITAS FACES DA ARTE POSTAL
“Sua caixa postal é a minha galería.”
Nosso tempo segue recebendo boa parte das heranças poéticas e estéticas do conturbado Séc. XX, como as experimentalidades da Poesia Visual, os limites incertos da Arte Conceitual e principalmente os hibridismos entre linguagens artísticas dentro da ideia de “arte em campo expandido”. E, nestes fluxos criativos (que naturalmente incluem o icônico grupo Fluxus) encontra-se a democrática Arte Postal, há sete décadas renovando-se enquanto sistema, absorvendo novas tecnologias e cada vez mais intensa nas abordagens temáticas pelos artistas integrantes dessa rede global.
Desde que a imagem pictórica surgiu nas cavernas, passando pela pintura do Renascimento, os adventos da fotografia, vídeo, arte digital e tantas outras técnicas, que o retrato – e por conseguinte o autorretrato – segue sendo um dos principais leitmotivs de criadores visuais de todas as culturas. No entanto, em nossa contemporaneidade, o fenômeno da popularização das novas tecnologias tem levado a civilização a novos limites com captura e publicação indiscriminada das chamadas selfies. Quase um contraponto a esse movimento, a presente exposição Retrato del artista cuando hoy, apenas pergunta de forma singela: qual seria um possível retrato da geração atual de artistas dedicada à Arte Correo?
Para além da alusão à já clássica obra do universal irlandês James Joyce (A Portrait of the Artist as a Young Man) - talvez o principal estilista da linguagem no recém findado milênio – a proposta encontrou eco na produção autoral de artistas de mais de 20 países, que se dispuseram a enviar suas criações via correio físico para essa exposição no país da autorretratista Frida Kahlo. Talvez esta coleção de figuras nos ajude a conhecer um pouco das facetas da Arte Postal hodierna.
Trata-se então de uma mostra de autorretratos criativos, em diferentes técnicas, em que os artistas apresentam imagens criadas ludicamente, sejam literais ou simbólicas, realistas ou experimentais, metafóricas ou conceituais. As figuras plasmadas em desenhos, gravuras, pinturas, colagens, fotografias, arte digital etc, além de representar as identidades individuais, desdobram-se também em um mosaico que é parte da identidade coletiva desse movimento cada vez mais instigante ao redor do globo.
Apresentar tal série de imagens no já consolidado mas sempre dinâmico sistema da Arte Postal, configura também um desafio às formas hegemônicas de criar, exibir e consumir arte na atualidade. Gema Es (Influjo) e Eduardo Ojeda (Ainox) aceitaram o desafio de produzir esta mostra que nos mostra em diversas técnicas a percepção visual que muitos artistas tem de si mesmo e, nas entrelinhas das imagens, um pouco da face da humanidade.
O poeta João Cabral de Melo Neto (i. m.) nos lembra que: “O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato (…) comeu meu medo da morte”. Cabe ao nosso hoje permitir que o amor, a arte, a poesia devorem nossas identidades, medos e até nosso Zeitgeist, para que possamos, como a Arte Postal, seguir em frente sempre se reinventando.
Tchello d’Barros | Curador
Rio de Janeiro – Brasil
………………………..
Serviço:
Inauguração: 17.Mar.2025 durante o 7º Beagá Psiu Poético
Local: Casa de Jornalista / Sindicato d@s jornalistas de MG
Av. Álvares Cabral, 400. Centro. Belo Horizonte (MG) Brasil
Entrada Franca
Agradecimentos: Aroldo Pereira e Carlos Barroso
7º Beagá Psiu Poético: “ASSEMIAS – Mostra Internacional de Escrita Assêmica” integra programação do festival
A exposição ASSEMIAS – Mostra Internacional de Escrita Assêmica, foi realizada inicialmente pelo Grupo de Pesquisa Poéticas em Campo Experimental (PAX), do Programa de Pós-graduação em Artes da Cena (PPGAC), tendo sido exibida no espaço expositivo da Escola de Comunicação Social (ECO). Com obras de 34 de artistas de 19 países, esta foi a primeira exposição coletiva internacional da ainda pouco conhecida modalidade da Escrita Assêmica realizada no Rio de Janeiro. Com curadoria de Tchello d’Barros e produção do Instituto Imersão Latina – IMEL, a mostra agora itinera para Belo Horizonte e estará aberta para visitação, com entrada gratuita, entre os dias 17 e 21 de maio, na Casa de Jornalista, pela programação do festival de arte contemporânea Psiu Poético Beagá 2025.
Artistas Participantes
ALGERIA: ABDELHAQ DJELLAB | ARGENTINA: HILDA PAZ – ROSA GRAVINO | AUSTRALIA: LUCINDA SHERLOCK | BRASIL: ELSON FRÓES - EVANDO NASCIMENTO | CANADA: GRANT GUY – MAY BERY | ESPAÑA: CESAR REGLERO CAMPOS – RAFAEL GONZÁLEZ | FINLAND: KARRI KOKKO | FRANCE: ANDRÉ ROBÈR – CHRISTIAN PINÇON | ISRAEL: MERI KARAKO | ITALIA: ANGELA CAPORASO - ANNALISA RETICO – FRANCO PANELLA – ORONZO LIUZZI | JAPAN: KEIICHI NAKAMURA – MICHAEL KOSTIUK – TOHEI MANO | MÉXICO: JESÚS URBINA RZ - MARA PATRICIA HERNANDEZ | PERÚ: MICHAEL HURTADO | POLAND: MAREK PRZYBYLA – MIRON TEE & BEA TUDOR – PIOTR SZRENIAWSKI | PORTUGAL: FERNANDO AGUIAR | RUSSIA: RENE RIG | UKRAINE: LINA STERN | URUGUAY: JUAN ANGEL ITALIANO | USA: KERRI PULLO – MICHAEL ORR
Texto Curatorial:
A ESCRITA ASSÊMICA COMO POÉTICA NA CONTEMPORANEIDADE
“Ao eliminar informações semânticas, a escrita assêmica
traz à tona conteúdos emocionais e estéticos.”
Tim Gaze
Na história da Comunicação, naquele âmbito em que esta se encontra com as Artes, sempre houveram escribas, tipógrafos, calígrafos, poetas e artistas dedicados às experimentações estéticas com a escrita em si, seja na dimensão simbólica, seja no aspecto formal. Na segunda metade do séc. XX a Poesia Expandida, também nominada de Poesia Experimental, foi ampliando seus limites com, p. ex., a Poesia Visual, os Concretismos e o Poema/Processo. E já no finzinho do milênio, foi se configurando uma nova vertente: a Escrita Assêmica (Asemic Writing). Ainda pouco conhecida no Brasil, essa modalidade híbrida entre texto e imagem vem aos poucos espalhando-se mundo afora com exposições, publicações, estudos acadêmicos e disseminação on-line.
Assemia é um termo por si só pol(iss)êmico que remete tanto a condição de ausência de sentido: “sem conteúdo semântico”, portanto não há qualquer intenção em comunicar enunciados, transmitir informações, dizer o quer que seja para o eventual receptor. Já na área da saúde, a palavra se refere a pessoas que sofrem com a “dificuldade de usar palavras e gestos para se comunicar ou compreender ideias”. Ambos os casos apontam por vias diversas a uma comunicação que não se efetiva no nível racional e simbólico.
Quando Walter Benjamim1 avisou que “não há evento ou coisa que não tenha, de alguma maneira, participação na linguagem, pois é essencial a tudo comunicar seu conteúdo espiritual” (1916), já demonstrava sua preocupação com os rumos da escrita. Isto se confirma duas décadas mais tarde, quando nos informa em seu antológico ensaio A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica1, que “durante séculos, a situação da escrita foi de tal ordem que a um reduzido número de escritores correspondia um número de vários milhares de leitores.” (1936). No entanto, em nossa contemporaneidade a Escrita Assêmica, com suas peças únicas e irrepetíveis, caracteriza-se como um contraponto aos textos gerados por Algoritmos, Inteligências Artificiais e Chatbots.
Mas se tais textos e texturas não pretendem fazer sentido, não quer dizer que não possam gerar sentido ao encontrarem o universo interior de quem vê/lê essas imagens. Propositadamente ilegíveis, constituem-se de palavras, versos e linhas assemânticas, abstrações livres do discurso convencional, caligrafias espontâneas ou digitações aleatórias. Por vezes, encontram-se símbolos de comunicação, caracteres borrados, tipografias experimentais ou codificações que aludem tanto ao rupestre quanto às criptografias cibernéticas. A intenção é privilegiar o gesto orgânico e libertário, com resultados que apenas se pareçam com o que chamamos de escrita.
Porém, pode-se ir além: a observação detalhada, pode acessar a intuição a tal ponto de decifrar o estado de espírito de quem produziu a imagem. Há também um jogo lúdico, uma comunicação silenciosa e invisível, ao tentar apreender o humor do(a) artista no instante em que produziu a obra, já que mudamos constantemente nossas emotividades internas. Assim, a fruição de obras assêmicas pode gerar experiências poéticas, estéticas e emocionais.
Portanto, essa arte de poucas regras mas muitas possibilidades, opõe-se ao consumismo capitalista da cultura de massa em nosso tempo. E, nesta mostra Assemias buscou-se também apresentar alguma diversidade de origens dos artistas bem como certa pluralidade de técnicas, matérias, suportes e mesmo os inevitáveis hibridismos entre linguagens artísticas.
*Tchello d’Barros é Escritor, Artista Visual e Curador.
Pesquisador em Poéticas do Campo Experimental (PAX) no PPGAC/UFRJ
Rio de Janeiro (RJ), Brasil
…………………………
Serviço:
Inauguração: 17.Mar.2025
Visitação: até 21.Mar.2025
Local: Casa de Jornalista / Sindicato d@s jornalistas de MG
Av. Álvares Cabral, 400. Centro. Belo Horizonte (MG) Brasil
Entrada Franca
7° Beagá Psiu Poético 2025 começa nesta sexta-feira
Diversos espaços da capital mineira recebem o festival de 14 a 18 de março
De 14 a 18 de março, Belo Horizonte recebe o 7º Festival de Arte Contemporânea Beagá Psiu Poético. O evento é uma edição itinerante do tradicional Salão de Poesia Psiu Poético, nascido em Montes Claros, Minas Gerais, evento que será em outubro deste ano, sua 39ª edição na cidade norte mineira.
A programação do 7° Beagá Psiu Poético traz mostra de poemas, lançamentos literários, cinepoesia, prosas literárias, artes visuais, vídeos, performances poéticas e musicais em seus saraus diários, proporcionando encontros de alegria e de estilos poéticos diversos numa grande celebração da poesia e das artes.
O 7° Festival de Arte Contemporânea Beagá Psiu Poético é inspirado no evento realizado há 38 anos em Montes Claros/MG, tem como objetivo celebrar a poesia e também as outras manifestações artísticas, através do encontro de poetas, escritorxs, dançarinxs, performers, artistas de teatro, de artes plásticas e visuais etc., abrindo espaço para novos artistas, para todos os artistas interessados. Seu objetivo é apresentar a produção artística contemporânea, visando à sua divulgação e ao amplo debate, reunindo, além de artistas, também estudantes, educadores, leitores e público em geral. Não se trata de um concurso, e o Festival não tem como propósito premiar artistas ou produções artísticas.
O Festival de Arte Contemporânea Psiu Poético de Montes Claros, no qual se inspirou o Festival de Beagá, é realizado desde 1987, sendo considerado o maior e mais duradouro evento nacional do gênero de que se tem notícia pela imprensa brasileira.
Toda programação é gratuita!
Participe! Prestigie! A poesia chama!
7° Festival de Arte Contemporânea Beagá Psiu Poético
Dia 14/03, sexta
13 às 16h
Centro de Convivência Nise da Silveira (R. Eng. Pedro Bax, 220 – Santa Amélia)
13 às 13:30 Cinepoesia
Voadoras (Gabriela Jung), Essencial (Carolina Castro), Reflexões sobre o tempo, o espaço e a criatividade (Paulynne Alves), Caminho e progresso (Deomídio Macêdo), Encontro Internacional de Acordeon /RJ (Nélio Torres)
13:40 Lançamentos
Pés descalços sobre brasas (Júnia Paixão)
14h Performance
Se tens um dom, seja (Bruno Black)
14:20 Chá poético e sarau
Helena Soares Aphonso, Aroldo Pereira e poetas presentes (microfone aberto)
15:30 Apresentação musical
Jean Luizz
……………………………….
19h às 22h
Casa Socialista – R. Amianto, 30 – Santa Tereza
19h Lançamentos
Pensamentos, despensamentos e etc. (Márcia Ribeiro Joviano), Comunidade do fumacê – FMC (Bruno Black), Cidade de pau a pique (Deyse Magalhães)
20h Performances e sarau
Espelho de cegos (José Hilton Rosa), Palavrando em Chamas (Aroldo Pereira), Poematéria (João Diniz), Libertas (Ênio Poeta)
* Poetas presentes – microfone aberto
21h Apresentação musical
Víctor Mantovani, Nélio Torres, Banda Pontas Vivas
15/03, sábado
10 às 13h
Mercado Novo – R. Rio Grande do Sul, 499 – Centro (Em frente à Papelaria Mercado Novo – Loja 2176 / corredor J)
10h Lançamentos
estado febril (Thaís Campolina), Nós da Poesia vol. 9 (Coletivo Nós da Poesia/ Brenda Marques), Reencantar (Vinicioz Bórba), Por um espaço de felicidade esparsa (Reinaldo Fernandes), Persona Paradoxo (Renilson Durães)
11h Performances
Amanna Britto, Vinicioz Bórba
11:30 Sarau
Rogério Salgado, Maria Helena Gonçalves, Antônio Galvão e poetas
*Poetas presentes – microfone aberto
Apresentação musical
Jeann Luizz
………………………………
14:30 às 18h
Espaço Comum Luiz Estrela – R. Manaus, 348 – São Lucas
14:30 Feira de livros do Beagá Psiu Poético
Intervenções poéticas dos autores:
Carla Andrade,Felipe Diógenes, Brenda Marques, José Hilton Rosa, Davidson Ricksilva, Márcia Ribeiro Joviano, Roni Coelho, Júnia Paixão
16h Roda de Conversa: Acessibilidade Cultural (Márcia Ribeiro Joviano)
17h Lançamentos
Ave Maré (Piera Schnaider)
Sentidos (Fábio Gonçalves)
………………………………
19 às 22h
Casa Socialista – R. Amianto, 30 – Santa Tereza
19h Lançamentos
Alumiar (Luiz Cláudio), Corpo Jambu (Carol Shneider), Santa Matilde vila quase cidade (Osmir Camilo), Mixaria (Gleidston Alis), Ando caindo cada vez mais leve (Carla Andrade)
20h Performances e sarau
Anomia / Eu e eles (Vinícius F. Cardoso), Memória subterrânea na máquina do tempo (Kennedy Cândido), Régis d’Almeida
*Poetas presentes (microfone aberto)
Apresentação musical
Banda Witcheda
16/03, domingo
Edifício Maletta – R. da Bahia, 1148 – Centro
12:30h – Almoço no Maletta
14h Programação
(Entrada pela Av. Augusto de Lima, 1° piso, espaço dos restaurantes, próximo à escada rolante)
14 às 15h - Cinepoesia
Como se a vida fosse música (Murilo Antunes), Como é grande o meu amor por você (Roberto Carlos) – Deomídio Macêdo /Clarineta), Velhos Tempos (Ailton Ferreira), Morto no percurso (Rui Montese), Quadrantes (Tchello d´Barros), Quando a Civil Chegar (Banda Capitão de Areia)
15:15 às 16h – Lançamentos
Latomia de um labuá e outros solilóquios (Rogério C. de Brito), P.E.D.I.V.E.R.S.O (Roni Coelho), Barão de Itararé – Riso é resistência (Jairo Fará), Encontro com o tempo (Maria Helena Gonçalves)
16:15 às 17h – Cinepoesia
Fronteras abiertas (Colectivo de Escritura Migrante e Imersão Latina), Encontro Internacional de Acordeon /RJ (Nélio Torres), Reflexões sobre o tempo, o espaço e a criatividade (Paulynne Alves), Can’t help falling in love (Elvis Presley) – (Deomídio Macêdo /clarineta), Livro-me do livro mas não me livro do livre (DakostaKemerich e HeleMendes), Vicente Bacharola Coração Santo (Grupo Lesma)
17h15 Performances e sarau
Osmir Camilo e Marco Maciel
Romulo Garcias
*Poetas presentes (microfone aberto)
18h Apresentação poetico- musical
Víctor Mantovani
Gleidston Alis
Dia 17/03, segunda
Edifício Maletta – R. da Bahia, 1148 – Centro
14 às 16h
Sala 1519 - MTG (Movimento Teatro de Grupo)
Lançamentos
Nuvens (Felipe Diógenes), Casa de pau a pique (Dayse Magalhães)
Pássaro Verde (Bernardo Caldeira)
Oficina da palavra
Conversa sobre a poesia popular:A arte da poesia escrita e falada (Poeta Rogério Correia de Brito)
…………………….
19 às 22h
Casa de Jornalista – Av. Álvares Cabral, 400 – Centro
Exposições:
*Mostra de poemas do 7° Beagá Psiu Poético
*”Assemias” (Mostra internacional de escrita assêmica)
Curadoria – Tchello d’Barros
*”Retratos do/a artista quando hoje” (Mostra internacional itinerante de poesia postal)
Curadoria – Tchello d’Barros
19h30 Lançamentos
Reminiscências de um novo século: primeiros poemas 1999-2010 (Eduardo Rennó), Flores em poemas e aquarelas (Delba Menezes)
19h45 Performances e sarau
Luz no fim do útero (Brenda Marques), Espalhando flores no mundo (Delba Menezes)
Carlos Barroso, Ênio Poeta, Helena Soares Aphonso, Rodrigo Leste, Aroldo Pereira, Jairo Fará, Matheus Carvalho, Roggie Salgarello e poetas presentes
21h Apresentação musical
André Águia
Dia 18/03, terça
11h às 13h
Restaurante Popular da Câmara Municipal – Av. Churchill, s/n – Santa Efigênia (*Acesso pela Portaria 3)
Sarau poetico-musical
Jimi Vieira
Antônio Galvão, Aroldo Pereira, Deomídio Macêdo e poetas presentes (microfone aberto)
Apresentação musical
Coral dos cegos
Músicos jovens no violão e clarinete
………………….
14 às 16:30
Biblioteca Pública Estadual (Teatro José Aparecido de Oliveira) Praça da Liberdade, 21 – Savassi
14 às 14h20 Cinepoesia
Te amarei para sempre (Tchello d’Barros), Essencial (Carolina Castro), Caminho e progresso (Deomídio Macêdo), Voadoras (Gabriela Jung), Melancolia (Alcinethy Loiola), Reflexões sobre o tempo, o espaço e a criatividade (Paulynne Alves)
14h30 Palestra
A poesia mineira no contexto literário e editorial (Profª. Ilma Pereira e Dr. Mário Alex Rosa)
15h15 Lançamentos
Cataclísmica – 100 poemínimos e hum manifesto(Tchello d’Barros), O maravilhoso reino da criançada (Cris Macena)
15:30 Sarau
Poemas da era do rock (Rodrigo Leste)
Aroldo Pereira, Brenda Marques, Ênio Poeta, Matheus Carvalho e poetas presentes
Apresentações musicais
Antônio Carlos Rosa
Nélio Torres
…………………….
19h às 22
Asa de Papel Café & Arte – R. Piauí, 631 – Santa Efigênia
Lançamentos
Anticorpo (Bernardo Caldeira), Rama (Denise Morais), Ventania (Helena Soares Aphonso)
Sarau de encerramento
Poemas da era do rock (Rodrigo Leste), O poeta tira sua máscara (Jairo Fará)
João Diniz, Aroldo Pereira, Brenda Marques e poetas presentes
Mais informações pelo endereço eletrônico psiupoetico@gmail.com Contatos:
Aroldo Pereira (38) 98412-4749, (38) 2211-3800, (38) 2211-3374
Mais contatos:
Brenda Marques (31) 98811-9469
Ênio Silva (31) 99659-1355
Victor Mantovani (31) 99351-2653
*** Psiu Poético Rumo aos 40!***
O Salão de Poesia Psiu Poético de Montes Claros, idealizado pelo Grupo de Literatura e Teatro Transa Poética e realizado há 38 anos, é considerado o maior e mais duradouro evento nacional do gênero de que se tem notícia pela imprensa brasileira.
Campanha para promover a modernização da Lei de Direitos Autorais no Brasil e a ampliação do uso de licenças livres é lançada pela CDR

A campanha “Conhecimento é Direito” busca mais equilíbrio entre a proteção dos direitos autorais e o acesso ao conhecimento, de forma conectada às novas diretrizes da era digital
A Coalizão Direitos na Rede (CDR) lança hoje a campanha “ConhecimentoÉDireito”, com o objetivo de estimular o debate sobre a necessidade de atualização da Lei de Direitos Autorais (LDA) no Brasil e promover um amplo acesso ao conhecimento e à cultura no contexto da era digital. A campanha parte da premissa de que o conhecimento é essencial para o desenvolvimento de qualquer sociedade e deve ser tratado como um direito fundamental, e que é possível utilizar mecanismos em políticas públicas com este objetivo.
O Brasil enfrenta barreiras históricas que limitam o acesso à informação e à cultura, restringindo boa parte das obras e do conhecimento gerado a determinados grupos ou organizações. A campanha “ConhecimentoÉDireito” defende uma legislação que proteja os direitos dos autores, mas que também permita que o conhecimento circule livremente, incentivando a criatividade e o desenvolvimento social.
“Atualmente, a aplicação restritiva da LDA no Brasil faz do país um dos mais limitantes em termos de acesso ao conhecimento e à cultura. Essa situação não apenas prejudica o desenvolvimento social e econômico, mas também nos coloca em desvantagem no cenário internacional”, afirma Chico Venâncio, membro do Wiki Movimento Brasil e da CDR. “A campanha também busca alinhar o Brasil às diretrizes do Pacto Digital Global da ONU, promovendo uma legislação equilibrada que beneficie tanto criadores quanto o público em geral.”
O Pacto Digital Global busca assegurar o uso responsável das tecnologias digitais, em benefício de todas as pessoas, e estabelece padrões e diretrizes internacionais para que a internet permaneça aberta, acessível, segura, inclusiva e respeitando os Direitos Humanos. Firmado em setembro de 2024 pelos Estados Membro, incluindo o Brasil, na Cúpula do Futuro, o Pacto apontou a necessidade de harmonizar as legislações nacionais com os princípios internacionais de direitos digitais, privacidade, proteção de dados, liberdade de expressão e acesso ao conhecimento. Em especial, os signatários se comprometem a incentivar e fomentar os chamados bens públicos digitais, como softwares livres e projetos de conteúdo aberto.
“A reforma dos direitos autorais no Brasil é essencial para que o país acompanhe essa visão da internet global proposta pela ONU. Com a aprovação do Pacto, o Brasil tem o desafio de atualizar suas legislações, regulações e um arcabouço de governança da internet, incluindo todos os setores”, explica Chico Venâncio.
Propostas para uma nova era digital
A atual Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610) foi criada em 1998, em um contexto anterior à revolução digital. De lá para cá, a internet e as tecnologias digitais transformaram a forma como o conteúdo é criado, distribuído e consumido. É essencial que a legislação e as políticas públicas acompanhem essas mudanças, promovendo um equilíbrio justo entre os direitos dos criadores e os direitos do público ao acesso ao conhecimento.
“Da forma como é aplicada hoje, a LDA se torna um obstáculo ao acesso ao conhecimento e à cultura. E isso reflete em outras legislações também”, analisa Chico Venâncio. Leis de incentivo à cultura, como a Lei Paulo Gustavo e a Lei Rouanet, e as linhas de fomento à pesquisa, por exemplo, não contemplam de forma suficiente a necessidade de contrapartidas para que a sociedade como um todo tenha acesso livre ao que foi produzido com apoio público. As atuais brechas fazem com que boa parte do conhecimento e das obras geradas fique restrita a determinados grupos ou organizações.
Porém, existem mecanismos que órgãos públicos, governos, terceiro setor, entidades de pesquisa e cultura e criadores de conteúdo podem implementar com segurança para facilitar o acesso a obras, pesquisas e criações. É possível, por exemplo, ampliar a utilização do domínio público e de licenças livres para garantir que as produções culturais e educacionais financiadas por recursos públicos sejam acessíveis a toda a sociedade.
Assim, a campanha “ConhecimentoÉDireito” defende uma reforma da LDA e a adoção de outras soluções concretas para ampliar o acesso ao conhecimento, incluindo:
-
Simplificação da lei para torná-la mais compreensível pelo público em geral
-
Inclusão de mais possibilidades de exceção na Lei, em especial para recursos educacionais e informativos
-
Equilíbrio da proteção dos autores e o acesso à informação
-
Incentivo do uso de licenças livres para conteúdos financiados publicamente, especialmente na produção cultural e pesquisa científica
-
Garantia do acesso à informação para pessoas com deficiência
-
Facilitação do uso de obras em domínio público
Com o lançamento da campanha, a CDR reafirma seu compromisso com a democratização do conhecimento e a livre circulação de informações.
Para mais informações sobre a campanha “ConhecimentoÉDireito” e as ações da Coalizão Direitos na Rede, acesse nosso site ou entre em contato com nossa equipe de comunicação.
Sobre a CDR
A Coalizão Direitos na Rede é uma organização sem fins lucrativos que defende uma internet mais justa e acessível para todos. Suas principais áreas de atuação incluem: garantir a liberdade de expressão online; proteger a privacidade e os dados pessoais; promover o acesso universal à internet, e lutar por uma governança da internet mais democrática.
Sobre o Wiki Movimento Brasil
O Wiki Movimento Brasil é a associação brasileira sem fins lucrativos afiliada à Fundação Wikimedia que busca, entre outros objetivos: ampliar, qualificar e diversificar o conteúdo e a comunidade nos projetos da Wikimedia, em especial a Wikipédia; e apoiar a atuação de organizações sociais no ecossistema do conhecimento livre. Desde sua fundação, em 2013, o Wiki Movimento Brasil acumula experiências no desenvolvimento de planejamento estratégico e execução de campanhas de conscientização online, especialmente em tópicos de impacto, como direitos digitais, desinformação e a promoção da democracia, da cidadania e dos direitos humanos e climáticos, para diversificar o conteúd
o disponível na internet em português, garantindo visibilidade a comunidades e saberes sub-representados.
O Instituto Imersão Latina integra a Ciranda de Comunicação Compartilhada, integrante da CDR – Colisão dos Direitos em Rede